domingo, 2 de novembro de 2014

Enriquecendo o Conhecimento

5º Congresso de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável


            O evento com tema central "Garantia Ambiental" contará com a participação de palestrantes renomados na área ambiental como o LUIS ENRIQUE SÁNCHEZ,desde 1992 é membro da IAIA - International Association for Impact Assessment, autor do livro Avaliação de Impacto Ambiental da editora Oficina de Texto, Rodrigo Berte, PHD e autor de 05 livros na área ambiental, além de outros palestrantes e mesas de discussão com órgãos de interesse ambiental. Uma oportunidade para sua atualização e qualificação profissional.

Programação

Sábado - 8 de novembro:
08h às 09h: Cadastramento dos participantes
09h10 às 09h50: Abertura com Alexander Gomes da Ambiente Gaia Consultoria e Engenharia
10h às 12h: Ivanildo Hespanhol - Conservação e Reúso de Água como Instrumentos de Gestão de Recursos Hídricos
INTERVALO ALMOÇO
13h50 às 15h50: Asher Kiperstok – "Quer destruir a Sustentabilidade? Abuse do uso desta palavra"
15h50 às 16h10: Intervalo para coffee break
16h20 às 18h: Palestrante e tema a confirmar.

Domingo - 9 de novembro:
08h às 10h: Mesa "participantes em confirmação" - Garantia Ambiental em Empreendimentos Minerários
10h às 10h20: Intervalo para coffee break
10h30 às 12h10: Rodrigo Berté - Certificação e Acreditação Ambiental: Modelo União Européia de Sustentabilidade para as Empresas
INTERVALO ALMOÇO
13h50 às 15h50: Luis Enrique Sánchez - Avaliação de Impacto Ambiental
15h50 às 16h10: Intervalo para coffee break
16h20 às 18h: Palestrante e tema a confirmar.

Certificação: Os participantes receberão um certificado expedido pela Ambiente Gaia Consultoria e Engenharia com carga horária de 16 horas, nome dos palestrantes, titulação dos mesmos e temas das palestras.

Investimento: Estudantes: R$ 70,00
Profissionais: R$ 120,00

Data: 8 e 9 de novembro de 2014. Horário: 08:00 às 18:00

Local: Centro de Convenções da Bahia. (Av. Simon Bolivar, s/nº - Jardim Armação, 41750 Salvador).

Clique AQUI para mais informações e inscrição.

terça-feira, 28 de outubro de 2014

Uso e Conservação do Solo

Revisão para a prova da disciplina Uso e Conservação do Solo.



1) O solo é produto de diversos componentes, dentre eles a topografia. Explique como relevos e inclinações influenciam na formação do solo.

Os agentes modeladores ou modificadores do relevo é resultado do intemperismo que atua sobre as rochas provocando sua desintegração, havendo uma decomposição física ou mecânica. O intemperismo é o conjunto de modificações de ordem física (desagregação) e química (decomposição) que as rochas sofrem ao aflorar na superfície da terra. Os produtos do intemperismo, rocha alterada e solo, estão sujeitos aos outros processos como erosão, transporte, sedimentação - os quais acabam levando à denudação continental. O relevo atua na dinâmica da água tanto na vertical (infiltração), quanto na horizontal (erosão, transporte, deposição).

2) Caracterize as três fases que formam o solo.

Sólida (minerais e matéria orgânica), líquida (solução do solo) e gasosa (ar).

3) Quais são os agentes intemperes que participam da formação do solo.

Água, temperatura, calor, ar e topografia. A natureza da rocha mãe, o clima da região, o agente intempérico de transporte, a topografia da região, os processos orgânicos.

4) O solo jovem e maduro se diferenciam devido a quantidade dos horizontes. Identifique qual que apresenta mais horizontes.


O solo maduro apresenta mais horizontes, pois perdeu toda a estrutura original da rocha mãe e tornou-se relativamente homogêneo. Não se consegue observar restos da estrutura da rocha nem de seus minerais.  Já o solo jovem é quando está em formação ou acabaram de se formar. Apresenta poucos horizontes, pois a rocha-mãe ainda não sofreu meteorização mecânica, meteorização química e incorporação da matéria orgânica, apresentando poucas camadas, mas bem definidas. 

5) Quais os tipos de matéria orgânica nós podemos encontrar no solo.

Humus: Resíduo da degradação do apodrecimento de plantas.
Gorduras, resinas e ceras: Extraídos de lipídios através de solventes orgânicos.
Nitrogênio orgânico: Nitrogênio ligado ao húmus, aminoácidos e outras composições.

6) Explique como a serapilheira participa da formação do solo.

É a camada formada pela deposição e acúmulo de matéria orgânica morta em diferentes estágios de decomposição que reveste superficialmente o solo. É a principal via de retorno de nutrientes ao solo ou sedimento, composta por restos vegetais como folhas, caules, ramos, frutos, flores, sementes, por restos de animais, excretas e material fecal. Variam de acordo com o ecossistema no qual estão inseridos e das suas características. A serrapilheira ajuda a manter a integridade de sistemas florestais, pois atenua os processos erosivos, fornece substâncias que agregam as partículas do solo (tornando-o estruturalmente mais estável), funciona como isolante térmico e ao mesmo tempo que age como uma barreira que evita a intensa lixiviação pela ação das chuvas, retém considerável proporção de água, reduzindo a evaporação do solo.

7) Caracterize os tipos de solos.

Solo Argiloso: Possuí consistência fina e é impermeável a água. Um dos principais tipos de solo argiloso é a terra roxa, encontrada principalmente nos estados de São Paulo, Paraná e Santa Catarina. Este tipo de solo é bom para a prática da agricultura, principalmente para a cultura de café. Na região litorânea do Nordeste encontramos o massapé, solo de cor escura e também muito fértil.
Solo Arenoso: Possui consistência granulosa como a areia. Muito presente na região nordeste do Brasil, sendo permeável à água.
Solo Humoso: Presente em territórios com grande concentração de material orgânico em decomposição (húmus). É muito utilizado para a prática da agricultura, pois é extremamente fértil (rico em nutrientes para as plantas).
Solo Calcário: É um tipo de solo formado por partículas de rochas. É um solo seco e esquenta muito ao receber os raios solares. Inadequado para a agricultura. Este tipo de solo é muito comum em regiões de deserto.

8) Quais as frações granulométricas que fazem parte do solo?

Areia: macroporos, permeável e poucos nutrientes. De 005 a 2mm.
Silte: poucos poros, retém pouca água. De 0,002 a 0,05mm.
Argila: microporos, retém muita água e possui muitos nutrientes. Menor que 0,002mm.

9) Como se comporta a água no solo?

A água no solo é dinâmica e encontra-se em constante movimento de um local para outro em resposta às forças que são criadas pela percolação, evaporação, irrigação, chuva, uso pelas plantas e temperatura. Para fins agrícolas o solo é considerado como um reservatório de água. A água ocupa os espaços porosos do solo e a energia com que esta é armazenada depende das características intrínsecas do solo como textura, estrutura, porosidade, distribuição de poros, e do estado de umidade.

10) Quais os parâmetros que podem ser mensurados para avaliar quimicamente o solo?
A análise se solo pode ser entendida como um conjunto de procedimentos físicos e químicos que visam avaliar as características e propriedades do solo através de análise de sua amostra. Consiste de determinações químicas com o objetivo de avaliar a sua fertilidade.

Ex: Medição e estabilização do pH;Matéria Orgânica;Hidrogênio;Alumínio; Cálcio, Magnésio, Potássio e Fósforo; Soma das bases (S) Ca, Mg, K; Capacidade de Troca Catiônica; Saturação por Bases (V%); Saturação por Alumínio (m%);

11) Cite procedimentos que possam manter o solo em condições produtivas.

Quantidade e qualidade de vida existente (ex: minhocas tornam o solo fértil), boa capacidade de infiltração de água, adubação, irrigação. Zoneamento, controle de fogo, consorciação de culturas, calagem, adubação orgânica/verde, adubação mineral, rotação de culturas, cultivo em nível, terraceamento, subsolagem e escarificação, controle da erosão, drenagem reflorestamento

12) O que é erosão, como pode classificada e quais os agentes causadores?
É o desgaste das rochas, dos solos e seu transporte, em geral feito pela água da chuva ou vento, destruindo suas estruturas, causando a desagregação dos mesmos e deposição em outros locais.

Quanto à origem, quanto ao agente causador e quanto à forma.

Água: Água em movimento: principal agente erosivo; Desencadeia todos processos erosivos;
Vento: Agente erosivo que não tem capacidade de desagregação;  Após a degradação causada pela água; Movimentação de partículas;
Forma indireta: mudanças de temperatura, atividade biológica, gelo.

13) Diferencie erosão geológica de erosão acelerada.

Erosão geológica ou natural: é oriunda de fenômenos naturais que agem continuamente na crosta terrestre em benefício da formação do próprio solo, sendo reconhecível somente com o decorrer de longos períodos de atividade.
Erosão acelerada: é oriunda da intensificação do processo erosivo natural em função da ação direta do homem sobre o sistema solo-planta-atmosfera por meio da inserção de práticas que destroem o equilíbrio das condições naturais desse processo.
Causadores deste desequilíbrio: Atividades derivadas do uso agrícola dos solo, construção de estradas, barragens, loteamentos e urbanização.

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

AS 17 LEIS AMBIENTAIS MAIS IMPORTANTES

1 – Lei da Ação Civil Pública – número 7.347 de 24/07/1985.
Lei de interesses difusos, trata da ação civil publica de responsabilidades por danos causados ao meio ambiente, ao consumidor e ao patrimônio artístico, turístico ou paisagístico.

2 – Lei dos Agrotóxicos – número 7.802 de 10/07/1989.
A lei regulamenta desde a pesquisa e fabricação dos agrotóxicos até sua comercialização, aplicação, controle, fiscalização e também o destino da embalagem.
Exigências impostas :
- Obrigatoriedade do receituário agronômico para venda de agrotóxicos ao consumidor.
- Registro de produtos nos Ministérios da Agricultura e da Saúde.
- Registro no Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis – IBAMA
- O descumprimento desta lei pode acarretar multas e reclusão.

3 – Lei da Área de Proteção Ambiental – número 6.902 de 27/04/1981.
Lei que criou as “Estações Ecológicas “, áreas representativas de ecossistemas brasileiros, sendo que 90 % delas devem permanecer intocadas e 10 % podem sofrer alterações para fins científicos. Foram criadas também as “Áreas de Proteção Ambiental ” ou APAS, áreas que podem conter propriedades privadas e onde o poder público limita as atividades econômicas para fins de proteção ambiental.

4 – Lei das Atividades Nucleares – número 6.453 de 17/10/1977.
Dispõe sobre a responsabilidade civil por danos nucleares e a responsabilidade criminal por atos relacionados com as atividades nucleares. Determina que se houver um acidente nuclear, a instituição autorizada a operar a instalação tem a responsabilidade civil pelo dano, independente da existência de culpa. Em caso de acidente nuclear não relacionado a qualquer operador, os danos serão assumidos pela União.Esta lei classifica como crime produzir, processar, fornecer, usar, importar ou exportar material sem autorização legal, extrair e comercializar ilegalmente minério nuclear, transmitir informações sigilosas neste setor, ou deixar de seguir normas de segurança relativas à instalação nuclear.

5 – Lei de Crimes Ambientais – número 9.605 de 12/02/1998.
Reordena a legislação ambiental brasileira no que se refere às infrações e punições. A pessoa jurídica, autora ou co-autora da infração ambiental, pode ser penalizada, chegando à liquidação da empresa, se ela tiver sido criada ou usada para facilitar ou ocultar um crime ambiental. A punição pode ser extinta caso se comprove a recuperação do dano ambiental. As multas variam de R$ 50,00 a R$ 50 milhões de reais.
Para saber mais:IBAMA.

6 – Lei da Engenharia Genética – número 8.974 de 05/01/1995.
Esta lei estabelece normas para aplicação da engenharia genética, desde o cultivo, manipulação e transporte de organismos modificados (OGM) , até sua comercialização, consumo e liberação no meio ambiente. A autorização e fiscalização do funcionamento das atividades na área e da entrada de qualquer produto geneticamente modificado no país, é de responsabilidade dos Ministérios do Meio Ambiente , da Saúde e da Agricultura. Toda entidade que usar técnicas de engenharia genética é obrigada a criar sua Comissão Interna de Biossegurança, que deverá, entre outros, informar trabalhadores e a comunidade sobre questões relacionadas à saúde e segurança nesta atividade.

7 – Lei da Exploração Mineral – numero 7.805 de 18/07/1989.
Esta lei regulamenta as atividades garimpeiras. Para estas atividades é obrigatória a licença ambiental prévia, que deve ser concedida pelo órgão ambiental competente. Os trabalhos de pesquisa ou lavra, que causarem danos ao meio ambiente são passíveis de suspensão, sendo o titular da autorização de exploração dos minérios responsável pelos danos ambientais. A atividade garimpeira executada sem permissão ou licenciamento é crime. 

8 – Lei da Fauna Silvestre – número 5.197 de 03/01/1967.
A lei classifica como crime o uso, perseguição, apanha de animais silvestres, caça profissional, comércio de espécies da fauna silvestre e produtos derivados de sua caça, além de proibir a introdução de espécie exótica (importada) e a caça amadorística sem autorização do Ibama. Criminaliza também a exportação de peles e couros de anfíbios e répteis em bruto. 
Para saber mais:IBAMA

9 – Lei das Florestas – número 4.771 de 15/09/1965.
Determina a proteção de florestas nativas e define como áreas de preservação permanente (onde a conservação da vegetação é obrigatória) uma faixa de 30 a 500 metros nas margens dos rios, de lagos e de reservatórios, além de topos de morro, encostas com declividade superior a 45 graus e locais acima de 1.800 metros de altitude. Também exige que propriedades rurais da região Sudeste do país preservem 20 % da cobertura arbórea, devendo tal reserva ser averbada em cartório de registro de imóveis.

10 – Lei do Gerenciamento Costeiro – número 7.661 de 16/05/1988.
Define as diretrizes para criar o Plano Nacional de Gerenciamento Costeiro, ou seja, define o que é zona costeira como espaço geográfico da interação do ar, do mar e da terra, incluindo os recursos naturais e abrangendo uma faixa marítima e outra terrestre. Permite aos estados e municípios costeiros instituírem seus próprios planos de gerenciamento costeiro, desde que prevaleçam as normas mais restritivas. Este gerenciamento costeiro deve obedecer as normas do Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA).

11 – Lei da criação do IBAMA – número 7.735 de 22/02/1989.
Criou o Ibama, incorporando a Secretaria Especial do Meio Ambiente e as agências federais na área de pesca, desenvolvimento florestal e borracha. Ao Ibama compete executar a política nacional do meio ambiente, atuando para conservar, fiscalizar, controlar e fomentar o uso racional dos recursos naturais.

12 – Lei do Parcelamento do Solo Urbano – número 6.766 de 19/12/1979.
Estabelece as regras para loteamentos urbanos, proibidos em áreas de preservação ecológicas, naquelas onde a poluição representa perigo à saúde e em terrenos alagadiços.

13 – Lei Patrimônio Cultural – decreto-lei número 25 de 30/11/1937.
Lei que organiza a Proteção do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, incluindo como patrimônio nacional os bens de valor etnográfico, arqueológico, os monumentos naturais, além dos sítios e paisagens de valor notável pela natureza ou a partir de uma intervenção humana. A partir do tombamento de um destes bens, ficam proibidas sua demolição, destruição ou mutilação sem prévia autorização do Serviço de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, SPHAN.

14 – Lei da Política Agrícola – número 8.171 de 17/01/1991.
Coloca a proteção do meio ambiente entre seus objetivos e como um de seus instrumentos. Define que o poder público deve disciplinar e fiscalizar o uso racional do solo, da água, da fauna e da flora; realizar zoneamentos agroecológicos para ordenar a ocupação de diversas atividades produtivas, desenvolver programas de educação ambiental, fomentar a produção de mudas de espécies nativas, entre outros.

15 – Lei da Política Nacional do Meio Ambiente – número 6.938 de 17/01/1981.
É a lei ambiental mais importante e define que o poluidor é obrigado a indenizar danos ambientais que causar, independentemente da culpa. O Ministério Público pode propor ações de responsabilidade civil por danos ao meio ambiente, impondo ao poluidor a obrigação de recuperar e/ou indenizar prejuízos causados.Esta lei criou a obrigatoriedade dos estudos e respectivos relatórios de Impacto Ambiental (EIA-RIMA).

16 – Lei de Recursos Hídricos – número 9.433 de 08/01/1997.
Institui a Política Nacional de Recursos Hídricos e cria o Sistema Nacional de Recursos Hídricos. Define a água como recurso natural limitado, dotado de valor econômico, que pode ter usos múltiplos (consumo humano, produção de energia, transporte, lançamento de esgotos). A lei prevê também a criação do Sistema Nacional de Informação sobre Recursos Hídricos para a coleta, tratamento, armazenamento e recuperação de informações sobre recursos hídricos e fatores intervenientes em sua gestão.

17 – Lei do Zoneamento Industrial nas Áreas Críticas de Poluição – número 6.803 de 02/07/1980.

Atribui aos estados e municípios o poder de estabelecer limites e padrões ambientais para a instalação e licenciamento das industrias, exigindo o Estudo de Impacto Ambiental.

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Cursos Online com Certificado

   
     O iPED, Instituto Politécnico de Ensino a Distância é um centro de educação on-line que  oferece informação, conhecimento e treinamento para profissionais, educadores e qualquer um que queira evoluir profissionalmente e culturalmente.  Nosso objetivo é transformar as pessoas em uma base forte de conhecimento e expandir cada vez mais o seu nível intelectual e cultural.
     Um grande diferencial no mercado de ensino a distância é a tecnologia de ponta, já que o servidor se encontra em um dos maiores Data Center do país. O material didático oferecido para os alunos é elaborado por conteudistas, professores e pesquisadores das mais renomadas instituições, em diversas regiões do Brasil.

Recursos tecnológicos
Nosso sistema conta com o que existe de mais moderno no mercado:
- Bate-papo online, sistema de mensagens e fórum de discussão
- Bloco de Anotações e relatórios online
- Conteúdo animado, vídeos, enquetes e exercícios de fixação
- Sistema de contagem de carga-horária auditado em tempo real
- Ambiente de aprendizado relacionado, os alunos aprendem em conjunto.

Cursos na área Ambiental
- Gestão Ambiental e Recursos Hídricos
- Licenciamento Ambiental
- Auditoria Ambiental
- Direito Ambiental
- Ecoturismo
- Gestão de Projetos
- Gestão Pública
- Planejamento Turístico
- Práticas de Sustentabilidade

     Após definir o curso desejado, você irá escolher qual o plano. Tem o plano Grátis, Plus e Premium, onde obviamente os dois últimos têm custos. Todos emitem certificados, mas o Plano Grátis é um certificado digital, enquanto os outros têm o digital e pode receber impresso em casa.

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Fonte: Site iPED.

terça-feira, 30 de setembro de 2014

Tratamento de Água

Introdução

A água é o constituinte mais abundante da matéria viva, sempre fazendo parte dos produtos que são consumidos pelas pessoas no dia-a-dia. Sua composição contém vários componentes que podem ser derivados do próprio ambiente natural ou a partir de atividades humanas ou não-humanas. Aqueles que são derivados de atividades humanas têm sua qualidade comprometida por conter impurezas impróprias para o consumo humano.

PORTARIA 2014 – 12.12.2011 – OMS (Organização mundial de saúde):

× Estabelece os procedimentos e responsabilidades relativos ao controle da vigilância da qualidade da água para o consumo humano.
× Define o padrão da potabilidade.
× Define o padrão das substâncias químicas que representam riscos para a saúde humana, entre eles os metais pesados.
× Determina que os prestadores de serviços de abastecimento informe mensalmente ao setor de saúde o cumprimento da qualidade da água fornecida a população.
× Define que a fiscalização do cumprimento da informação ao consumidor será exercida pelos órgãos representantes dos seguintes Ministérios: Saúde, meio ambiente, justiça e cidade.

Padrão de Potabilidade Segundo a OMS
Fonte: Embasa

FINALIDADES DO TRATAMENTO

× HIGIÊNICAS: Remoção de bactérias, elementos venosos ou nocivos, minerais e compostos orgânicos em excesso, protozoários e outros microrganismos.

× ESTÉTICAS: Remoção da cor, turbidez, odor e sabor.

× ECONÔMICAS: Redução da corrosividade, dureza, ferro, manganês, etc.

Produtos químicos utilizados e suas funções no processo de tratamento

× OXIDANTES: (Cloro e/ou permanganato de potássio). Aplica-se na água bruta para remover metais pesados – ferro e manganês.

× CAL: Usado para correção do pH. Produto que corrige a acidez da água.

× CLORO: Usado para desinfecção. Substância que mata as bactérias e microrganismos presentes na água.

× COAGULANTES: (Sulfatoférrico e ou alumínio). Substância que agrega as partículas de sujeira que estão na água.

× FLÚOR: Usado para fluoretação, Substância que auxilia na redução das cáries dentárias.

× POLÍMERO: Auxilia a floculação (se for necessário).

Processo de Tratamento

× Água Bruta: vinda do Rio Joanes.

Fotos tiradas na Embasa. Fonte: Bruna Moura.

× Floculação: em tanques de concreto com a água em movimento, as partículas sólidas se aglutinam em flocos maiores.

× Decantação: em outros tanques, por ação da gravidade, os flocos com as impurezas e partículas ficam depositadas no fundo dos tanques, separando-se da água.
Fotos tiradas na Embasa. Fonte: Bruna Moura.

× Filtração: a água passa por filtros formados por carvão, areia e pedras de diversos tamanhos. Nesta etapa, as impurezas de tamanho pequeno ficam retidas no filtro.

× Fluoretação - é aplicado flúor na água para prevenir a formação de cárie dentária em crianças.
Fotos tiradas na Embasa. Fonte: Bruna Moura


× Correção de PH: é aplicada na água uma certa quantidade de cal hidratada ou carbonato de sódio. Esse procedimento serve para corrigir o PH da água e preservar a rede de encanamentos de distribuição.

× Distribuição: a água tratada é direcionada para tanques de armazenamentos e serão encaminhadas para as residências.

Esquematização das fases na Estação de Tratamento de Água (ETA);


Importância da preservação

 A água é um componente do ambiente muito importante para os seres vivos, pois vegetais e animais precisam dela para viver. Quase toda a superfície do nosso planeta é ocupado por água através de oceanos, mares, rios, lagos, riachos e açudes. A maior parte do nosso corpo é constituído de água, sem ela a vida no planeta pode estar ameaçada. 

Evite o desperdício, seja consciente!

domingo, 28 de setembro de 2014

Modelo do Projeto

CAPA
● Nome da Faculdade: Times New Roman ou Arial tamanho 14 - sem negrito;
● Tema: Times New Roman ou Arial tamanho 14 em negrito somente o título/ subtítulo sem negrito;
● Cidade/ano: Times New Roman ou Arial tamanho 14 - sem negrito.

CONTRA CAPA
● Nomes dos acadêmicos: Times New Roman ou Arial tamanho 14 - sem negrito;
● Tema: Tamanho Times New Roman ou Arial tamanho 14 em negrito somente o título/ subtítulo sem negrito;
● Recuo: Pré-projeto apresentado para o Projeto Integrador como requisito básico para a apresentação do mesmo no Curso de Engenharia (Civil, Elétrica, Mecânica, Produção, Petróleo e Gás, Química).
Orientador (a): Times New Roman ou Arial tamanho 10/ Recuo 4 cm;
● Cidade/ano: Times New Roman ou Arial tamanho 14 - sem negrito.

SUMÁRIO
Times New Roman ou Arial em negrito os títulos – subtítulo sem negrito
1             INTRODUÇÃO – TEMA E PROBLEMATIZAÇÃO   
2             JUSTIFICATIVA
3             OBJETIVOS        
4             METODOLOGIA              
5             REFERENCIAL TEÓRICO
6             RESULTADOS ESPERADOS          
7             CRONOGRAMA              
8             REFERÊNCIAS   

1 INTRODUÇÃO – TEMA E PROBLEMATIZAÇÃO
Tamanho 14 ou Arial em negrito Arial ou Times. Todos os Títulos
    Introdução é a apresentação rápida do assunto abordado e seu mérito. É uma seção na qual se aguça a curiosidade do leitor, na qual se tenta vender-lhe o projeto.
Incluir uma visão geral do projeto, contemplando: introdução sobre a temática a ser discutida no projeto de intervenção, delimitação do problema a ser investigado, justificativa sucinta para investigar o problema relatado, objetivo geral, e opção por metodologia de pesquisa, também de forma sucinta.

2 JUSTIFICATIVA
     Justificar é informar o porquê da construção do trabalho, descrever sobre o problema que pretende resolver na pesquisa, se é realmente um problema e se vale à pena tentar encontrar uma solução para ele. Responde a pergunta por que fazer o trabalho, procurando relevância do assunto/tema, argumentando sobre a importância prática teórica, colocando as possíveis contribuições esperadas.

3 OBJETIVOS
    Refere-se a indicação do que é pretendido com a realização do estudo ou pesquisa e quais os resultados que se pretende alcançar. Define o que se quer fazer na pesquisa. Os objetivos devem ser redigidos com verbos no infinitivo, exemplo: caracterizar, identificar, compreender, analisar, verificar.

3.1 OBJETIVO GERAL (sem negrito tamanho 12)
     Normalmente apenas um. Para elaborar este item deve-se definir o que pretende com o trabalho de forma ampla. O objetivo geral está, geralmente, ligado a uma visão global do tema. Está relacionado ao conteúdo intrínseco do tema-problema; aos fenômenos com ele envolvidos, eventos que nele são observados, ideias que devem ser estudadas. As frases devem ser iniciadas com verbos no infinitivo.

3.2 OBJETIVO ESPECÍFICO (sem negrito tamanho 12)
   Tem função intermediária e instrumental, ou seja, tratam dos aspectos concretos que serão abordados na pesquisa e que irão contribuir para se atingir o objetivo geral. É com base nos objetivos específicos que o pesquisador irá orientar o levantamento de dados e informações.

4 METODOLOGIA
    É o procedimento geral. É o caminho percorrido em uma investigação. Mostra como se irá responder aos objetivos estabelecidos. Deve se ajustar aos objetivos específicos. Envolve a definição de como será realizado o trabalho.
Como base na metodologia de pesquisa-ação, descrever como será realizada a intervenção proposta. É preciso justificar, com base na literatura, a escolha feita pela metodologia, técnicas e instrumentos.

5 REFERENCIAL TEÓRICO
      Esta etapa do projeto é importante, porque apresenta uma breve discussão teórica do problema, na perspectiva de fundamentá-lo nas teorias existentes. As ideias apresentadas no texto devem estar ligadas com os objetivos, hipóteses, definição conceitual e operacional das variáveis e outras partes do projeto. A fundamentação teórica apresentada deve, ainda, servir de base para a análise e interpretação dos dados coletados na fase de elaboração do relatório final. Os dados apresentados devem, necessariamente, ser interpretados de acordo com as teorias existentes.

6 RESULTADOS ESPERADOS
      Descrever sobre os resultados esperados, deixando claro o(s) “produto(s)” a ser (em) gerado(s).

7 CRONOGRAMA
      Contém a ordem lógica que será desenvolvido o plano de atividades. Sugestão: monte uma tabela.

8 REFERÊNCIAS
      Nessa parte são exibidos os livros, sites, revistas, enfim, todo o material que foi consultado para elaboração do trabalho. Deve ser elaborado de acordo com as normas da ABNT.
Exemplos:
 - ANDRADE, Maria Margarida de. Introdução a metodologia do trabalho científico: elaboração de trabalhos na graduação. 6. ed. São Paulo (SP): Atlas, 2003. 174 p.

- RIOS, Jocelma. Modelo Projeto. Salvador, 2009.

- Disponível em: <http://www.tecnologiadeprojetos.com.br/>. Acessado em 02 de setembro de 2014.

Projeto Integrador

      Hoje irei explicar como funciona e como é feito esse projeto. Desde a escolha do tema, até a apresentação final.

"Os Projetos Integradores dos Cursos de Engenharia, de caráter interdisciplinar, promovem a interação entre teoria e prática. Com o apoio do corpo docente os alunos constroem projetos, a partir de temas por eles escolhidos, nos quais o conhecimento é tratado de modo transversalizado. O tema selecionado para trabalho em grupo, abordado de modo articulado com as disciplinas do semestre, terá alcance e profundidade compatíveis com a maturidade dos alunos em cada momento. Neste contexto, as relações entre aspectos distintos do conhecimento deverão ser evidenciados pelas explicações, soluções de problemas e relações com o tema para o cumprimento dos objetivos esperados."  (Fonte: Site do Projeto Integrador-Unijorge).

Tópicos para avaliados pelos professores.
      De início, dá-se os temas de acordo com cada curso e com as matérias que estão incluídas neste semestre e o professor que será o seu orientador. Depois as equipes são definidas (no máximo 7 alunos), escolhem o subtema que será abordado, o nome fantasia da equipe e se cadastram no site para fins de organização no dia da apresentação. Ainda é levado em conta o banner montado para auxiliar na apresentação. O valor total é de 10 pontos, no qual 4,0 é referente a parte escrita (pré-projeto) e 6,0 referente apresentação, divididas de acordo com a tabela ao lado.

      O formato dos modelos para montagem do Pré-Projeto e do Banner são de acordo com as normas da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas):

1.                  Espacejamento

·                    Papel branco, formato A4 (21,0 cm x 29,7 cm)
·                    Fonte Times New Romam ou Arial;
·                    Tamanho 12 para o texto;
·                    Tamanho 10 para citações com mais de 4 linhas, com recuo de 4cm.
·                    Tamanho 14 para os títulos e subtítulos;
·                    Recuo de parágrafos: 1,25 cm e o espaço (1,5) entre as linhas do texto

2.                   Margens

·                    Margem superior e esquerda: 3,0 cm
·                    Margem inferior e direita: 2,0 cm

3.                   Paginação

A numeração das páginas inicia-se a partir da primeira folha da parte pré-textual. Todas as folhas do trabalho, a partir da capa, devem ser contadas sequencialmente, mas não numeradas: (Capa, folha de rosto, sumário, introdução, considerações finais, referências).

As melhores equipes - indicadas pelos professores/avaliadores, serão selecionadas para a Mostra de Projetos, onde cada integrante do grupo terá uma quantidade de carga horária como atividade complementar.

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Mudando de Assunto.. #Música


O DJ Thiago Becker  está participando do "Promo Submission", promovido pela Protocol Radio, do Dj Nick Romero. Com ajuda de vocês o mashup dele pode ser um dos escolhidos pra entrar no próximo episódio da Protocol! Então peço que ajudem votando na música dele. Desde já obrigado!! 

Clique aqui para votar!
Quem quiser conferir o trabalho, é só ficar ligado nas redes sociais que sempre estão atualizadas com agenda, músicas, set's e outras novidades.




Espero que curtam!



quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Seminário SUSTENTABILIBATTRE

      Galera, a Battre - Bahia Transferência e Tratamento de Resíduos Ltda - está realizando um seminário na semana que vem, de 22 a 24/09. Nesta foto aparece que a inscrição foi até 12/09, mas como só soube hoje, mandei assim mesmo e eles me responderam. Pra se inscrever, é preciso mandar um email para alguns dos endereços fsdsilva.battre@solvi.com OU rcsoliveira.battre@solvi.com e eles respondem com uma ficha pra preencher com seus dados e mandar.
      São palestras super interessantes! Já fiz uma visita na Battre, breve irei postar.


segunda-feira, 15 de setembro de 2014

#AulaPrática01


Encantada, achando que estrela-do-mar só existia em desenho,rs.


Local: Praia da Ribeira, Salvador.
Matéria: Biologia Geral
Professora: Léa.



      A aula prática serve para aplicar os conhecimentos adquiridos em sala, assim a absorção dos conteúdos fixam mais e o risco de esquecer aquela experiência é mínima. Alguns posts sobre essas aulas, vou colocar um pouco do que escrevi nos relatórios que tive que fazer, ok?

      Bem, os invertebrados são assim classificados por não possuir vértebras. São características comuns desses animais viver em água doce ou salgada ou em terra firme, a ausência de parede celular, reprodução geralmente sexuada e necessitam extrair a energia necessária para sua sobrevivência através de outros seres, logo se alimentam de seres autótrofos (vegetais) e heterótrofos (animais). Muitos apresentam corpo mole, outros possuem exoesqueleto que dá melhor sustentação e maior facilidade para locomoção e proteção.

Pessoas da região catando mariscos.
Fonte: Bruna Moura.

Objetivos da aula:
Encontrar os animais;
Fazer a coleta dos mesmos;
Identificar as espécies;
Observar as características;
Discutir com os professores e alunos presentes;

Devolução ao habitat.

Resultados e Discussões:
      Existiram alguns tópicos básicos encontrados dentro do cenário da praia da Ribeira. Um deles foi a prática de pesca e mariscagem, o que nos remete ao pensamento de que a diminuição populacional dar-se a elas. Porém o grande responsável é a sazonalidade dos animais (época de aparecimento). A pesca tem sua parcela de responsabilidade, mas o seu verdadeiro impacto é a diminuição dos animais maiores (em fase adulta).
      Outro ponto relevante foi a presença de substratos marinhos. Sendo o ambiente marinho divido em três zonas, a infralitoral (embaixo d’água), a mezzo litoral (zona de marés), e a litoral (a que está sempre amostra); foi possível observar a parte litorânea e parte da mezzo litoral, onde encontramos intensa concentração de calcário, cálcio e carbono.
      O ambiente é altamente seletivo. Predominando a lei do mais forte e o lamarquismo,  pois muitas espécies acabam se adaptando ao ambiente. Dessa maneira, baseados no olhar crítico para conhecimentos de fatores relevantes à engenharia ambiental, foram encontrados alguns dos animas invertebrados estudados em sala, possibilitando o contato com o mesmo para melhor observação. 

Características e fotos:

Fonte: Bruna Moura.
*Ouriço-do-mar (Paracentrotus lividus): Equinodermo que possui corpo esférico ou achatado e revestido de espinhos móveis.

*Estrela-do-mar (Asterias rubens): Equinodermo pentâmero (formato de uma estrela) com um disco central e braços dispostos radialmente. Visado economicamente para artesanato.

*Bolacha-do-mar (Mellita quinquiesperforata): É um animal bilateral. 

*Cracas (Balanus balanus): séssil, geralmente se fixa numa rocha revestida por calcário ao nível do mar e vivem em colônias. Esse crustáceo possui membros flexíveis que permitem explorar a água do mar. Importantes, pois trabalha a quantidade de matéria orgânica como alimento. 

Fonte: Bruna Moura.
*Ermitão (Clibanarius vittatus): Crustáceo marinho que utiliza conchas de moluscos para se abrigar e se alimentam de animais em decomposição.

*Ligia (Ligia exótica): Pequeno crustáceo que vive nas rochas batidas pelas ondas da praia. Dimórfico. Alimenta-se de algas, usada como isca de pesca.

*Camarão (Litopenaeus schmitti): Crustáceo que pode ser encontrado em pouca profundidade ou ao longo da costa e se alimenta de materiais orgânicos. 

*Ascídia (Botryllus schlosseri): é um animal filtrador, se alimenta de matéria orgânica e é encontrado em águas rasas, presas as rochas, conchas ou fundo de navios, podendo ser encontrado de diversas cores. Tem parentesco próximo aos vertebrados por possuir notocorda na fase larval. Possui duas cavidades com filtro e muco em uma delas. Produz detritos tóxicos e tem uma glândula igual a tireóide. 

Fonte: Bruna Moura.
*Caranguejo: Gastrópode, se acopla às conchas abandonadas de moluscos, pois é sensível ao sol. (Fig.10)

*Cephalochordata: Anfióxio. De todos os invertebrados é o mais próximo dos vertebrados. Tem característica de se enterrar e é um ótimo filtrador. É um bom bioindicador, pois mostra, de acordo com sua quantidade populacional, a qualidade do ambiente.

*Isca de Coroa (Hemichordata): Anfióxio. Ótimos filtradores também. Assemelham-se com os equinodermos e sua morfologia é dada por colarinho e tronco, probóscide, alguns tem apêndice pós-anal, que é uma estrutura larval. Geralmente fica em formato de “U” pois a boca fica pra fora recebendo e filtrando o que vem pela água, o corpo fica enterrado protegido, e o ânus já vai liberando o resto. 
*Visão geral da área de estudo (maré baixa).

Conclusão:
      A aula prática proporcionou para todos os alunos uma interação maior com o mundo animal, já que os invertebrados foram encontrados pelos mesmos. Havendo assim, uma maior curiosidade e interesse. O processo de colonização do ambiente marinho é um ótimo modo de observar o espaço envolvido, pois nesse há muitos bioindicadores. O que revela a qualidade do ambiente, a concentração de materiais orgânicos e as disposições de produtos e/ou resíduos químicos. Assim, cada animal e organismo vivo têm sua importância e contribuição nesse meio, por proporcionar esse entendimento. Como engenheiros ambientais, foram percebidos que os invertebrados desempenham diversas funções na cadeia alimentar que existe no meio aquático, onde uma espécie depende direta ou indiretamente da outra, contribuindo para dinâmica populacional da cadeia e que de que maneira o ser humano pode afetá-la com o descuido.